Presidente do BB informa que concursos serão realizados

Oportunidade. De acordo com presidente do BB, concursos serão realizados após realocação de funcionários, que está prevista para ser finalizada até junho deste ano

 

Concurso do BB será realizado em breve

 

A necessidade de reposição de funcionários, após a restruturação do Banco do Brasil, vai exigir a realização de concurso público ainda este ano para o cargo de escriturário. O plano de aposentadoria incentivada realizado no ano passado teve adesão de mais de 9 mil funcionários e com a saída anual de 2 mil trabalhadores, por motivos naturais, as equipes das agências ficaram defasadas.

 

Apesar do BB ter economizado R$2,3 bilhões anuais com este enxugamento, o presidente do banco, Paulo Rogério Caffarelli, garantiu que novos concursos devem acontecer futuramente. No entanto, também declarou que a prioridade no momento é a realocação de mais de 9 mil empregados dos postos de trabalho fechados, prevista até junho deste ano.

 

“Concurso não está na nossa pauta nesse momento. Entretanto, esse assunto virá, naturalmente, lá na frente. O banco tem uma saída natural de 2 mil empregados por ano. Então, temos que preencher 2 mil vagas anualmente”, confirmou em entrevista ao Correio Braziliense. Ele ainda acrescentou que, após a acomodação destes funcionários, a pauta concursos será discutida.

 

A previsão é que, a partir do segundo semestre deste ano, as provas sejam retomadas, pelo menos para o cargo de escriturário, que exige nível médio de formação e oferece R$3.952,03 como remuneração. De acordo com alerta do especialista em concursos Ricardo Pietro, a realização dos concursos é apenas “questão de tempo”.

 

Para ele a necessidade da reposição dos funcionários, declarada pelo presidente do Banco do Brasil, é uma afirmação de que os concursos acontecerão. “Quem estuda desde já, mostra que pensa no futuro e, com certeza, ficará mais perto da aprovação”, confirma.

 

O plano de aposentadoria incentivada teve como alvo 18 mil funcionários, considerados em condição de se aposentar. Além disso, 402 agências foram fechadas em todo o país, transformando 379 em postos de atendimento e levando à extinção de 31 superintendências regionais.

 

Para o diretor do sindicato dos bancários do Distrito Federal, Rafael Zanon, a luta pela permanência dos concursos deve ser fortalecida neste momento. “Vamos continuar lutando por concurso. Mas antes disso, temos que garantir que o banco continue público, senão não vai ter mais como nenhum concurso ser feito. Esse governo quer privatizar as empresas públicas. Não podemos deixar que isso aconteça”, concluiu.

 

Falta cadastro

 

O último concurso do Banco do Brasil para selecionar funcionários, aconteceu em 2015, porém não em todos os estados. Apesar de ter sido prevista sua realização no Rio de Janeiro, Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o concurso acabou não acontecendo, por causa da crise política do país. Somado a isso, desde maio passado o BB está impedido de contratar funcionários, por falta de cadastro, nos estados de São Paulo, Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins e no Distrito Federal.

 

O modo de avaliação do Banco do Brasil, geralmente, ocorre por meio de 70 questões objetivas somadas à redação. As disciplinas cobradas são: Atualidades do Mercado Financeiro, Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico-Matemático, Cultura Organizacional, Domínio Produtivo da Informática, Inglês, Atendimento, Técnicas de Vendas e Conhecimentos Bancários.

 

Críticas

 

Para o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, Wagner Nascimento, a situação é preocupante. Ele declarou que esta é uma política de desmonte do banco não aprovada de forma unânime, destacando que a importância do BB estaria ameaçada.

 

“Não podemos precisar nada em relação a concurso, mas pode ser que façam no final deste ano, já que o próximo é eleitoral. Não duvido, porém, que fique para 2018″, observou. Wagner ainda lembrou que o atendimento aos usuários do banco ficou totalmente comprometido com a nova política adotada. Segundo ele, aumento de filas e precarização do atendimento serão fatores consequentes à população que precisa de serviços prestados pelos escriturários, assistentes e caixas.

 

“Essa justificativa de investimento no modelo digital não procede, pois ele ainda tem de engrenar, e não é todo mundo que adota esse modelo”, criticou. O sindicalista ainda acrescentou que a postura do BB não condiz com sua necessidade, afirmando que os trabalhadores necessitam de valorização para manter a eficiência.

 

Justificativa

 

O Banco do Brasil alega que com a reestruturação, o atendimento via canais digitais será aumentado, com o surgimento de mais de 200 agências voltadas para esta funcionalidade.

 

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Por fim, fizemos a analise das principais perguntas dos candidatos no artigo: perguntas frequentes.

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